EAD
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Discussão em grupo das questões:
Há pouco menos que uma década, observa-se a vertiginosa expansão da internet e sua evolução a partir de sua segunda geração, a web 2.0, que transformou os indivíduos de meros consumidores de informação a produtores de conteúdos e conhecimentos, em interação e colaboração com seus pares. Ainda, possibilitou o surgimento de diversos softwares e ferramentas para trocas sociais interativas, como as redes sociais online, que têm possibilitado um enorme fluxo de comunicação instantânea entre pessoas das mais diversas nacionalidades, numa total convergência de tempo e espaço que fazem da internet uma importante ferramenta de desenvolvimento que pode ser explorada no universo educacional [KERCKHOVE, 2008].
• Quais as suas concepções sobre trabalho colaborativo na web?
• A partir da citação destacada como vocês percebem a contribuição dessas ferramentas na educação e no trabalho colaborativo?
O trabalho colaborativo na web necessita da participação e envolvimento de todos, sendo o mesmo uma atividade co-laborativa, uma construção coletiva e comunitária, na qual deve haver uma reciprocidade, uma a co-criação e, sobretudo a intervenção por parte de todos.
O ciberespaço torna-se assim um local de grandes compartilhamentos de ideias de diversas culturas. Desta forma, a pluralidade de conhecimento que está presente na web se torna um espaço democrático, uma vez que , a difusão de ideias chega aos mais diversos locais onde há tecnologia de rede e pessoas conectadas.
Atualmente, no ambiente da educação a distância, o trabalho colaborativo é fundamental para dar condições para a efetivação do processo de ensino aprendizagem. A interação com as diversas pessoas de forma instantânea proporciona um leque de conhecimentos e uma crítica construtiva de um determinado assunto. Diante disso, as ferramentas tecnológicas surgem como o canal desse ambiente colaborativo e devem ser aprimorados para dar mais participação com as demais pessoas envolvidas. Pelo pressuposto, Vygotsky (1989), argumenta que as atividades realizadas em grupo, de forma conjunta, oferecem enormes vantagens que não estão disponíveis em ambientes de aprendizagem individualizada (Módulo “Trabalho coletivo na Web”, p.16).
Assim, a contribuição dessas diversas ferramentas, como software e ambientes virtuais de aprendizagem para a educação e o trabalho coletivo, oferecem condições para a interação e construção do conhecimento através das trocas entre os usuários conectados na rede. A contribuição para o conhecimento coletivo que as novas tecnologias e suas ferramentas proporcionam é perceptível; no entanto, se não houver um interesse para a aprendizagem, o trabalho colaborativo não se efetivará de fato.
Muito interessante a notícia veiculado pelo Jornal Hoje, bem como no endereço eletrônico: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/09/estudo-levanta-duvidas-sobre-impacto-da-tecnologia-usada-nas-escolas.html, de que alunos que usam computador na aula pioram o rendimento, esse estudo foi realizado por uma organização internacional, a mesma diz que os estudantes que usam computador frequentemente durante as aulas apresentam resultados piores de aprendizado. Muita gente acredita que é só colocar computadores e tablets nas salas de aula e, pronto, os alunos vão absorver o conhecimento mais rápido e melhorar o desempenho.
Alunos dos sistemas educacionais mais bem avaliados do mundo, como os de Singapura e da Coreia do Sul, passam menos de dez minutos por dia mexendo em um computador na escola. Mesmo assim, tiram as melhores notas em matemática, leitura e ciências.
Os pesquisadores usaram os resultados do teste Pisa, um programa internacional de avaliação de alunos, e cruzaram com dados de investimento em informática.
No teste de matemática, por exemplo, o Brasil ficou sete posições acima do último colocado, o Peru, numa lista de 64 países e economias do mundo. O responsável pela pesquisa acha que a tecnologia oferece muitas falsas esperanças, mas ele mesmo faz uma ressalva: é claro que o estudo não serve de desculpa para ignorar a internet nas escolas. É só usar como complemento ao bom professor e ao bom currículo.
Pronto.... a conclusão da notícia diz tudo, é necessário direcionar e trabalhar com as novas tecnologias como uma ferramenta e não o uso exagerado sem qualquer planejamento.
O educador deve ter a clareza que a educação existe um novo contexto social e ele necessita se adaptar, incentivar à pesquisa e a construção do conhecimento.
Segundo Masseto:
É importante não nos esquecermos de que a tecnologia possui um valor relativo: ela somente terá importância se for adequada para facilitar o alcance dos objetivos e se for eficiente para tanto (MASSETO, 2000, P. 144).
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Eu enquanto aluna EAD
A minha experiência com relação ao ensino a distancia se iniciou com os cursos para concurso promovido pela LFG, as aulas eram realizadas através de videoconferência no qual a transmissão era feita ao vivo com horários predeterminados, ou seja, eram aulas síncronas. Depois também tive experiência também com cursos para concurso realizado pelo Renato Saraiva, neste curso as aulas eram assíncronas, e esta é uma vantagem da EAD a de possibilitar horários alternativos no qual o aluno faz o seu horário. Convém salientar que o sucesso de um curso a distância depende muito da disciplina do estudante, pois o mesmo exige um maior comprometimento do aluno.
Sou graduada em Letras através do curso presencial oferecido pela UNEB (Universidade do Estado da Bahia) e mais tarde me graduei em Matemática através do curso a distância oferecido pela UAB (Universidade Aberta do Brasil) em parceria com a UNEB (Universidade do Estado da Bahia) .
A diferença entre as duas modalidades de ensino, presencial e a distância, é que realmente no curso a distância há necessidade de maior comprometimento do aluno, pois um curso fornecido pela EAD necessita de muita dedicação por parte do aluno e se o mesmo não se empenhar ele não absorverá o conteúdo e irá se prejudicar no curso.
A educação a distância ultrapassa as barreiras territoriais e promove um ensino voltado para o aprendizado responsável e com horários flexíveis e esse aprendizado responsável é fundamental para a valorização da educação a distância, pois os alunos dessa modalidade de ensino devem ser mais disciplinados, mesmo porque o seu horário e a sua aprendizagem dependem exclusivamente deles.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Os ambientes virtuais de aprendizagens, mediados pelas TIC´s, representam espaços virtuais cheios de possibilidades, de potencialidades e de atualizações constantes. São universos sem fronteiras onde os participantes podem agenciar inúmeros eventos simultaneamente e, assim, co-laborar e cooperar com o jogo-aprender. O jogo-aprender cria novos discursos, amplas argumentações, respeita as resistências, dinamiza as ações, valoriza as linguagens, enfim, estabelece um laço social de respeito mútuo. Esses ambientes virtuais, contemplam a “complexidade, a multiplicidade, não-linearidade, a bidirecionalidade, a potencialidade, a permutabilidade e a imprevisibilidade, permitindo ao usuário-interlocutor-fruidor a liberdade de participação, de intervenção e de criação” (Silva, 2000: 106). Nesse sentido, os grupos estabelecem diálogos e criam laços sociais de vizinhança (intelectual, política, ético etc) e de comprometimento com sua posição de sujeito-professor.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
A Educação a distância não é modismo
A busca contínua pela qualificação profissional tem levado as pessoas a buscarem formas de conciliarem os estudos e as ocupações diárias. A educação a distância tem se mostrado uma alternativa e por isso ganha cada vez mais destaque na mídia. A informática tem favorecido essa nova forma de aprendizado.
Com o desenvolvimento tecnológico especializado abriu-se espaço a alternativas educacionais veiculando a criação de novas formas de aprendizado: a Educação a Distância (EaD). Este ensino vem se adequando as condições de uma parcela da população desprovida de tempo disponível que requereria em um curso presencial.
Segundo Belloni,
A Educação a Distância (EaD) está expandindo cada vez mais, por ser uma modalidade que busca atender as novas demandas educacionais decorrentes das mudanças na nova ordem econômica mundial, que vêm acontecendo em ritmo acelerado sendo visíveis no crescente avanço das tecnologias de comunicação e informação, tendo como consequências mudanças no campo educacional (BELLONI, 2001).
A educação a distância ultrapassa as barreiras territoriais e promove um ensino voltado para o aprendizado responsável e com horários flexíveis e esse aprendizado responsável é fundamental para a valorização da educação a distância, pois os alunos dessa modalidade de ensino devem ser mais disciplinados, mesmo porque o seu horário e a sua aprendizagem dependem exclusivamente deles.
A educação a distância não é um modismo: é parte de um amplo e contínuo processo de mudança, que inclui não só a democratização do acesso a níveis crescentes de escolaridade e atualização permanente como também a adoção de novos paradigmas educacionais, em cuja base estão os conceitos de totalidade, de aprendizagem como fenômeno pessoal e social, de formação de sujeitos autônomos, capazes de buscar, de criar, de aprender ao longo de toda a vida e de intervir no mundo em que vivem.
REFERÊNCIA:
NEVES. CARMEN MOREIRA DE CASTRO. A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES. DISPONÍVEL EM: HTTP://WWW.UFRGS.BR/NUCLEOEAD/DOCUMENTOS/EDUCACAO1.HTM
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